de olho no mensalão

pelo Movimento 31 de julho

Pede para sair, Toffoli!

Deu n’O Globo – “(…) No STF, a praxe é o próprio ministro se declarar impedido por razões de foro íntimo, o que ainda não ocorreu no caso Toffoli/mensalão, mesmo que o ministro tenha no currículo anos de serviços prestados ao PT e ao réu José Dirceu, de quem foi subordinado entre 2003 e 2005, quando trabalhava na subchefia de Assuntos Jurídicos da Casa Civil da Presidência da República.

Toffoli só deve se manifestar sobre o assunto após o recesso. Tecnicamente, ele poderá esperar pela apresentação dos votos do relator Joaquim Barbosa, do revisor Ricardo Lewandowski e da novata no STF, a ministra Rosa Weber, antes de desfazer o mistério. Isso sem contar a provável antecipação de voto de Cezar Peluso, que completa 70 anos em 3 de setembro, data de sua aposentadoria compulsória.

O próprio Toffoli já esteve no centro de um debate sobre suspeição, em 2011, quando sua atuação foi questionada no caso João Capiberibe, em disputa sobre o registro de sua candidatura ao Senado pelo Amapá. O caso foi analisado pelo então presidente Peluso. Após receber a representação, Peluso consultou o colega, que assegurou: “Não era amigo íntimo de Capiberibe e, portanto, estaria apto a participar do julgamento (…)”

Leia mais sobre essa “espantosa” situação na matéria completa, aqui 

Saiba mais sobre o ministro Toffoli, aqui

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Autor: deolhonomensalao

O MOVIMENTO 31 DE JULHO é o responsável por este blog. Desde meados de 2011 o movimento vem organizando e participando de manifestações contra a corrupção e a impunidade, tais como: passeatas, comícios e também ações na Internet, realizadas em conjunto com outros grupos do Rio de Janeiro e de todo o Brasil. Promoveu o abaixo-assinado – SOS_ STF- pelo julgamento do Mensalão, o Troféu Algemas de Ouro e a Campanha do Pega Ladrão. Vem contribuindo para causas vencedoras, como o reconhecimento da constitucionalidade da Lei da Ficha Limpa, a confirmação do poder do CNJ de investigar e punir irregularidades no Judiciário e a confirmação do julgamento do Mensalão, a maior conquista da sociedade contra a impunidade.

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